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3 de maio de 2010 at 17:33 Deixe um comentário

Calendário Promocional

O ano será curto. Com um calendário promocional tão recheado e com vendas aceleradas, este ano será daqueles que passará voando.

O próximo evento, Dia das Mães deverá bater recordes, mas o que nos mobiliza neste momento é a Copa do Mundo. A cada 4 anos vivemos um período de intensas promoções no varejo e o produto chave desta copa é a TV de LCD.

Como se comportarão os varejistas? Quais as campanhas que agitarão os consumidores? Lembram-se da campanha que dava outra TV igual gratuitamente caso o Brasil ganhasse a Copa? Essas são questões que não sabemos responder mas uma coisa é certa:

– O varejo tradicional vai competir nessa Copa com o varejo virtual.

O e-commerce vai apresentar muitas novidades para atrair o consumidor e deve aproveitar a interatividade da comunicação e as redes sociais.

Você está preparado para competir com o varejo virtual? Se não pode vencê-los, junte-se a eles.

Ricardo Pastore
Consultor de Varejo e Sócio do Growbiz Group, consultoria especializada em varejo.

17 de março de 2010 at 14:00 Deixe um comentário

Inovar para crescer

Um risco grave que o varejista pode enfrentar neste momento de expansão da economia esquecer de inovar.

Em uma fase de expansão podemos incorrer no erro de repetir fórmulas do passado afinal os negócios crescem rapidamente e exigem agilidade.

Entretanto, em fase de expansão todos crescem mas só alguns vão crescer e agregar valor aos seus clientes. A inovação resolve isso.

Mas afinal, o que inovação? Inovação é criar algo novo em sua loja. Não precisa ser uma loja totalmente nova mas pode ser em parte dela.

Entretanto, só se considera inovação aquilo que modificou para melhor e que é capaz de gerar melhores resultados. Óbvio! sem dinheiro novo não adianta inovar.

A inovação vai garantir ao varejista uma posição mais segura no futuro breve, menos vulnerável a concorrência e mais alinhada ás mudanças do comportamento dos consumidores.

Crescer repetindo as mesmas fórmulas atuais vai obrigar o varejista a garantir seu espaço no mercado as custas de descontos e preços baixos. Não que isso perdeu a importância mas depender apenas de preço baixo é obrigar o varejista a trabalhar com margens extremamente baixas, comprometendo seu desenvolvimento no futuro.

Até a próxima.

Ricardo Pastore
Consultor de Varejo e Sócio do Growbiz Group, consultoria especializada em varejo.

15 de março de 2010 at 18:46 Deixe um comentário

Franchising University

Franchising University

Se você tem interesse em aprimorar seus conhecimentos sobre o universo das franquias, participe da 52ª Franchising University.

A Franchising University é um curso intensivo de formação de Executivos em Franchising e se destina a quem já trabalha numa empresa franqueadora e quer se reciclar, ou a quem pretende iniciar uma operação de franchising (na qualidade de franqueador). Todos os temas abordados dizem respeito a como estruturar, expandir e gerir uma rede de franquias.

Nesta edição teremos a apresentação de cases da Localiza Franchising e Grupo Úmbria, além da palestra O Futuro do Franchising Brasileiro.

Dentre os profissionais que já passaram pela Franchising University estão alguns dos franqueadores mais famosos do país, como Eloi de Oliveira (presidente da Flytour), Alberto Saraiva (presidente do Habib’s) e Aristides Newton (Localiza).

Dias 22 a 26 de março de 2010, das 8h30 às 19h. Centro de Convenções do Hotel Mercure, à Alameda Itu, 1151, em São Paulo.

Clique aqui para saber mais sobre a Franchising University.

Informações e inscrições pelo fone (11) 3549-9910 ou atendimento@growbiz.com.br

11 de março de 2010 at 14:02 Deixe um comentário

Crescer e o que mais?

A Growbiz e a J2B realizaram em março o Seminário sobre Tendências no Varejo para 2010 onde apresentei palestra intitulada:

Crescer e o que mais?

Trata-se de uma tentativa de sensibilizar os gestores varejistas e seus fornecedores de produtos e serviços sobre as oportunidades que este período de crescimento econômico vai trazer.

O detalhe é que crescer apenas não bastará pois crescimento neste momento não será virtude afinal todos crescerão. O gestor varejista terá diante de si a opção de crescer quantitativamente ou crescer qualitativamente.

Nesta última opção sugerimos crescimento e transferência de valor aos clientes como estratégia de fidelização. Na primeira opção, o varejista cresce em quantidade de lojas por exemplo porém repete formatos e modelos quase como imposição aos mercados onde passa a ocupar espaço, restando-lhe apenas o fator preço como principal arma de competição.

Preço como sabemos pode comprometer resultados e comprometer a sustentabilidade da empresa e seu valor de mercado, portanto há que se pensar em soluções que agradem especificamente cada mercado a ser ocupado.

A fim de facilitar o trabalho de planejamento dos gestores de empresas varejistas e de seus parceiros de negócio, elegemos 8 prioridades a serem consideradas em planos de expansão de empresas que pretendem crescer e agregar valor a seus clientes. São elas:

1 – O Fator Brasil: o Brasil é a bola da vez do mercado varejista mundial. Atrairemos investidores mas também concorrentes. Neste cenário é necessário diferenciar-se e ocupar mercado de maneira mais inteligente.

2 – Inovação: Crescer repetindo fórmulas do passado vai levar a empresa a competir com base em preços obrigando-a a atrair clientes oportunistas e, portanto, infiéis. A inovação diferencia e cria uma legião de clientes fiéis.

3 – Sustentabilidade: A sustentabilidade já faz parte da gestão do dia-a-dia do negócio. Não é mais questão ideológica! Os ERP’s de varejo começam a trazer indicadores de desempenho para traduzir os esforços das empresas nesse sentido.

4 – A Estratégia Multicanal: vender pela loja física apenas não basta. Os clientes querem ter a opção de comprar também pela internet. O varejista deve considerar em sua estratégia ambas opções visando manter e conquistar novos clientes.

5 – Comunicação Interativa no PDV: novas tecnologias permitem identificar e estabelecer relacionamento no PDV transformando-o em PDR ponto-de-relacionamento. Esta nova estratégia de comunicação aumenta a fidelidade do cliente com a loja e diminui sua dependência de preço.

6 – A Experiência de Compra como Geração de Valor: desenvolver em sua loja oportunidades de novas experiências aos seus clientes será fator decisivo afinal muitos consumidores manifestam interesse crescente em tomar decisões de compras pela internet.

7 – Redes Sociais: as redes sociais são fenômenos da comunicação no mundo todo. O gestor varejista deve aprender como utilizá-las porém não como mais um veículo de massa mas sim como uma ferramenta de interatividade com sua comunidade prestando serviços e percebendo o movimento desses clientes a partir da maneira como se manifestam.

8 – O Novo Paradigma do Luxo: o luxo torna-se mais conceitual, mais intangível e então passa a ser possível a todas as camadas sociais. O varejista deve entender esse movimento e descobrir o que é luxo para os clientes que ele já atende e como pode atrair novos clientes que consideram luxo parte daquilo que talvez já faça em suas lojas.

Nos próximos números publicaremos esses 8 fatores com mais detalhes.

Abraços,

Ricardo Pastore

Consultor de Varejo e Sócio do Growbiz Group, consultoria especializada em varejo.

9 de março de 2010 at 18:31 Deixe um comentário

Em que mês estamos?

A impressão que tenho é que 2010 começou há alguns meses. Há quem diga que 2009 foi um ano que teve seu inicio em agosto, logo após as primeiras reversões de aspectos negativos da crise financeira mundial. Mas talvez seja de outra forma: não era 2009, mas sim 2010 que estava começando.

Se repararmos bem, entramos em um novo ciclo produtivo desde o final da crise e isso ocorreu em meados do segundo semestre do ano passado. Apesar da recuperação, o ano de 2009 fechou com crescimento negativo ou próximo de zero em diversos setores e no varejo não foi diferente.

Minha sensação tem base naquelas situações quando se constatam perdas, antecipa-se o balanço e encerra-se o exercício antes da hora para realizar logo o prejuízo, afim de não contaminar os ganhos do ciclo seguinte com os resultados negativos do período anterior.

Partindo então deste ponto, 2010 já começou e não é mais novidade falar em um período de crescimento. O que já constatamos são problemas decorrentes do crescimento e que, em alguns casos, devem se agravar.

Entre “tapas e beijos”, teremos um ano produtivo, mas com gargalos e dificuldades típicos de economia emergente que somos com escassez séria de infraestrutura.

O varejo deve experimentar as seguintes situações:

  1. Crescimento de vendas, expansão de lojas e de shopping centers;
  2. Dificuldade de abastecimento em alguns itens entre eletroeletrônicos e bebidas com forte demanda prevista até o inicio da Copa do Mundo de 2010;
  3. Aumento de preços em commodities, principalmente o açúcar e cereais como arroz, feijão e conseqüentemente de outros componentes da cesta básica;
  4. Aumento das importações, sobretudo de produtos chineses por redes de super e hipermercados para incremento de categorias da área de bazar (utensílios para cozinha, por exemplo);
  5. Expansão do crédito, porém redução da taxa de juros é uma incógnita. Há operadores de cartão de crédito ligados a bandeiras varejistas que cobram 16 até 18% a.m. no rotativo! Isso é matar o cliente a sangue frio;
  6. Embora desnecessária, devemos ver o acirramento da concorrência dos planos sem juros que hoje oferece até 18 vezes nas compras de eletrodomésticos, eletroeletrônicos e móveis;
  7. Certificação das primeiras lojas verdes por órgãos certificadores internacionais;
  8. Dificuldade com mão de obra desde o momento da construção até a operação da loja;
  9. Aumento de preços de material de construção, instalações e equipamentos;
  10. Novas fusões, aquisições e IPO’s.

As ações de empresas varejistas despontam na bolsa com crescimentos como de 320% (Riachuelo) e 112% (Pão de Açúcar). Isso deve incentivar o investidor a aumentar sua participação em empresas varejistas.

Conseqüentemente, a guerra por share de mercado exigirá postura mais agressiva nas aquisições. Isso provocará um rápido aumento da concentração que em alguns setores são bem mais baixos que países como o México e Chile por exemplo.

 A saída para o médio e pequeno varejo é buscar associações em centrais de negócios para identificação de sinergias e economia de escala. Dessa maneira há chances de enfrentar concorrentes de maior porte.

Mas falando em concorrência, as vendas já vão bem neste inicio de ano em varejistas globais, entretanto o resultado liquido da operação está abaixo do objetivo. Como lá fora a situação ainda é critica, os acionistas contam com as remessas de lucro provenientes do Brasil.

Assim haverá forte pressão por resultados, obrigando as redes globais a puxarem o preço ou evitarem entrar em guerra de preços com concorrentes locais o que fará a vida destes gestores um pouco mais tranqüila. Entretanto é necessário que estes, de maneira equivocada, entendam o momento e não cutuquem a fera com vara curta, mantendo seus preços em níveis competitivos (nem abaixo nem acima), pois é hora de todos ganharem e não desperdiçar tamanha  oportunidade.

2010 é quase explosivo: fim da crise, copa do mundo, ano eleitoral, enfim, tudo conspira a favor do consumo e conseqüentemente do varejo. Que seja uma explosão de bons resultados para a preparação de novos alicerces de sustentação de desenvolvimento para as próximas décadas.

Abraços e Feliz 2011, pois desejar sorte em 2010, … é pleonasmo.

 Ricardo Pastore

Consultor de Varejo e Sócio do Growbiz Group, consultoria especializada em varejo.

1 de fevereiro de 2010 at 16:23 Deixe um comentário

NRF Big Show 2010

Com o término do NRF Big Show 2010, algumas coisas garantem seu espaço no design estrategico do varejo.

Vou falar da crise mas vou deixar para o final pois se para os americanos o impacto eh negativo, para o Brasil será positivo.

Começo pelas redes sociais. Seu impacto no varejo eh imediato afinal trata-se de uma nova modalidade de comunicacao interativa.

O desafio para os varejistas será incentivar o uso por seus funcionarios. Um gte de loja deve ser incentivado a usar o twitter para se relacionar com pessoas da comunidade próxima a loja.

O varejo multicanal eh outro tema que promete muitas modificações afinal está claro que os consumidores enxergam a empresa como um todo, não importa que seja como loja física ou virtual. Uma pesquisa muito interessante foi apresentada sobre o tema.

Quanto a crise, o estrago foi grande. Algumas fontes da indústria dos Shoppings Centers afirmam que dificilmente surgirão novas construcoes nos próximos dois anos. Como consequencia, muitos investidores migrarão seus negócios para o Brasil e isso será muito positivo para todos nos, mesmo que signifique chegada de novos concorrentes para alguns.

Como sempre, a NRF proporciona boas oportunidades de obtermos novos mas sobrrtudo ajuda-nos a ter novos insights que nos auxiliarão a inovar em nossos negócios.

 Ricardo Pastore.

27 de janeiro de 2010 at 12:42 Deixe um comentário

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