Posts tagged ‘fusões’

Ricardo Pastore fala à Globo News sobre a fusão entre Pão de Açúcar e Casas Bahia.

Ricardo Pastore, sócio da GrowBiz e Coordenador do Núcleo de Estudos do Varejo da ESPM, fala em entrevista à Globo News sobre os possíveis impactos, no varejo brasileiro, da compra das Casas Bahia pelo Grupo Pão de Açúcar.

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Continue Reading 7 de dezembro de 2009 at 19:29 Deixe um comentário

Associação FIAT + Chrysler – qual a chance de dar certo?

Até onde me lembro, toda vez que tentaram juntar uma montadora européia com uma americana, deu caca. Basta lembrar da própria Chrysler quando se uniu à Daimler. E da Volkswagen quando se juntou com a Ford para formar a nada saudosa Autolatina. Deu no que deu.

Será que desta vez vai ser diferente?
Marcelo Cherto

27 de novembro de 2009 at 9:00 Deixe um comentário

Onde tem fumaça tem incêndio

Oracle compra a SUN. E o mercado de M&A (fusões e aquisições) volta a aquecer.

Para quem trabalha com M&A a notícia da compra da SUN pela Oracle não foi exatamente uma novidade. Na verdade, em Setembro de 2008 já havia saído uma série de “fofocas” falando da potencial aquisição. A Oracle se consolida, no mercado, como líder em software empresarial e grande compradora de empresas neste segmento.

Quem trabalha com M&A sabe “onde tem fumaça tem fogo” e a fumaça diz que a Oracle fará uma nova grande compra…uma empresa de ERP…a fumaça dizia que a compra seria anunciada neste mês, mas com a compra da SUN espera-se que o anúncio da empresa de ERP saia em 3 meses.

A crise potencializa a oportunidade de compra de algumas empresas. A consolidação do mercado acontecerá mais rápido. E o canal, aqui no Brasil, passará por uma “ebulição” jamais vista. Se você é empresário do ramo de TI é hora de começar a ler as fumaças que estão por ai. Ser “pego de calça curta” é a pior coisa para um empresário.
Dagoberto Hajjar

25 de novembro de 2009 at 9:00 Deixe um comentário

Brasileiro é Monógamo

Semana passada estive visitando uma empresa…Bem, na verdade visitei seis empresas ao mesmo tempo. São seis empresas que querem “casar” e se fundir. O motivo: “bom…os negócios estão difíceis para todos nós, então, se a gente se juntar vai ficar mais fácil”.

Os especialistas em fusões e aquisições chamam isto de “o roto se juntando com o esfarrapado”. O casamento pela sobrevivência é, sem dúvida alguma, uma alternativa perante a crise. Contudo chamo a atenção para dois aspectos fundamentais em “casamentos empresariais”:

Primeiro aspecto: em todos estes anos que venho atuando em consultoria de fusões e aquisições só vi um casamento “polígamo” que funcionou, ou seja, oito empresas se fundindo e criando uma nova. Todos os demais casamentos “polígamos” mal saíram do papel ou naufragaram logo depois da cerimônia. Tenho um cliente que tentou, por quase dois anos, fazer uma fusão de 6 empresas no interior. Desistiu. Casou apenas com uma das empresas.

Segundo aspecto: casamento só tem sentido se “1+1=3”, ou seja, se as sinergias geradas aumentarem as vendas, o lucro e a chance de sucesso das empresas. Casamento só para redução de despesas não dura 6 meses.

Como diz meu amigo padre: “Casar é fácil. Divórcio é que é difícil e caro”. Portanto, “case com moderação”.
Dagoberto Hajjar

24 de novembro de 2009 at 9:00 Deixe um comentário

Fevereiro virou mês das noivas

Nos últimos 30 dias recebi uma quantidade enorme de currículos. Até aqui, nada fora do esperado. Normalmente o ano começa com uma grande “dança das cadeiras”. Com crise, então, nem se fala

Agora o que me realmente chamou a atenção foi o fato de receber uma grande quantidade de emails de empresários anunciando sua fusão com outras empresas. Claro que a crise tem um impacto grande. O mercado retraiu, a concorrência aumentou e uma das formas de sobrevivência é “juntar esforços” ao invés de ficar “um roubando a galinha do outro”.

Há 4 anos que venho falando que o mercado brasileiro passará por uma consolidação através de fusões e aquisições de empresas. Acho que o momento chegou e a crise é apenas um catalisador deste movimento. Eu mesmo, em Dezembro, anunciei o casamento da ADVANCE com a Cherto. Estou apaixonado e em lua de mel. Nosso casamento está gerando excelentes negócios fruto de várias sinergias que estamos construindo com os produtos e profissionais das duas empresas. Nosso casamento foi fruto de 1 ano de namoro intenso.

Incentivo os casamentos. Contudo, estes casamentos de Fevereiro me preocupam. Me vem duas imagens na cabeça: a primeira é uma imagens daqueles “casamentos de impulso” em Las Vegas onde os noivos bêbados acordam no dia seguinte se surpreendem com o fato de terem casado; a segunda imagem é do “roto” casando com o “esfarrapado” como uma forma de sobrevivência.

Já dizia minha avó: “Garoto, casamento é coisa séria”.
Dagoberto Hajjar

23 de novembro de 2009 at 13:00 Deixe um comentário

A Brasil Foods e seu impacto no varejo

A BRF já nasceu gigante e sua vocação começa ser colocada a prova. Muito se questionou nos últimos dois dias sobre a influência de uma empresa tão poderosa diante do consumidor.

Em nossa avaliação, qualquer decisão que vier a ser tomada contra o consumidor, vai se reverter muito desfavoravelmente a nova empresa, mais do que aconteceria a uma empresa existente.

O motivo é que a BRF passa a ter a maior de todas as vidraças, está em evidência e tem um monte de gente torcendo contra.

Com seu histórico de respeito com o consumidor, ambas as empresas Perdigão e Sadia devem a qualquer custo evitar decisões que venham a comprometer tão sólida imagem construída ao longo do tempo.

É provável e recomendável que sejam revistas estruturas de vendas, distribuição e produção afim de se obter ganhos de mercado, de escala e logística.

Um pouco mais lentamente, pode-se rever o portifólio de marcas e produtos a fim de se evitar sobreposições e concorrência predatória entre as marcas da nova empresa.

Mas o que realmente esperamos é a construção de marcas fortes internacionalmente, capazes de levar nosso know-how de produtos e de marketing para outros países, aumentando a exportação de produtos acabados em relação a comodites, pensando até em novas plantas lá fora ou novas aquisições no exterior.
Ricardo Pastore

11 de novembro de 2009 at 13:00 Deixe um comentário

Sociedade ou Fusão = Casamento

Dias atrás, fui ao casamento de uma prima bastante jovem de minha mulher. Uma cerimônia interessante, em que os dois, que já se haviam casado no Civil, SE DECLARARAM marido e mulher, sem a necessidade da “intermediação” de um padre, pastor ou outro religioso.

Como parte da celebração, as madrinhas assumiram o microfone para contar como os dois se conheceram, como foi o namoro e assim por diante. E uma delas disse que os dois não haviam sido feitos um para o outro, mas se fizeram um para o outro.

Em outras palavras, foi mesmo que disse meu amigo Samuca, na festa de 50 anos de sua mulher, com quem está casado há 23 anos. Disse ele que entre eles não aconteceu o tal amor à primeira vista, mas um amor que foi sendo construído dia-a-dia e acabou se transformando em amor a perder de vista.

Veja você, leitor: uma moça de menos de 25 anos e um homem de mais de 50 constatam que uma relação produtiva e mutuamente satisfatória precisa ser construída todos os dias, com esforço dos dois lados envolvidos.

Relações perfeitas não “acontecem”. Precisam ser construídas e consolidadas com pequenos e grandes gestos de generosidade e reconhecimento, com concessões mútuas, com esforço, com descobertas, com símbolos, com muita dedicação, com a disposição de engolir sapos ocasionais e uma crença profunda de que tudo vai dar certo. Um dia de cada vez.

O fundamental é que os Valores dos envolvidos sejam convergentes. E que todos se complementem, de tal forma que o resultado da soma não seja zero. Mas sim que o resultado de 1 + 1 seja 4, 10 ou 1.000.

Isso vale não apenas para casamentos, mas também para sociedades, joint-ventures, fusões e toda e qualquer relação que se pretenda que seja robusta e duradoura e que produza frutos, não apenas no curto, mas também no médio e longo prazos.

A ausência dessa compreensão e da disposição para trabalhar duro para assegurar que tudo dê certo, aliada à absurda necessidade de obter gratificação instantânea, sem a necessária contrapartida, que permeia nossa sociedade, é que levam tantos casamentos – e também tantas sociedades, joint-ventures e fusões – ao fracasso.

Marcelo Cherto

27 de outubro de 2009 at 9:00 Deixe um comentário


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