Posts tagged ‘tecnologia’

Última chance para participar da Convenção da NRF 2010

No Brasil, independente do ramo ou produto, mais de 80% das decisões de compra são tomadas pelo consumidor no ponto de venda. Por isso, ter seus produtos no ponto certo, com o layout certo, as cores certas, o visual merchandising certo, não é apenas bom para a maioria das empresas. É fundamental!!! Pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso. Ou entre um sucesso mais ou menos e o sucesso retumbante. Afinal, faturar é preciso. Lucrar, idem. E, para isso, o ponto de venda precisa ser mais do que bonito. Precisa funcionar como uma máquina de vendas.

É esse o foco do grupo que a GrowBiz, em conjunto com a J2B, vai levar para a Convenção Anual da NRF – National Retail Federation, em Nova York, em janeiro de 2010: o DESIGN QUE VENDE.

Se você se interessa por Varejo, clique aqui para conhecer o programa detalhado – inclusive alguns eventos dos quais só quem for do nosso grupo vai poder participar, como, por exemplo, uma palestra fechada com o grande Paco Underhill, especialista em comportamento de consumo e autor do livro “Why We Buy?”.

Atenção: Não levaremos um grupo grande, porque queremos garantir que cada um receberá a atenção especial e individualizada que merece, de acordo com suas necessidades e seus interesses específicos. Restam pouquíssimas vagas!

Leia aqui o artigo de Paco Underhill publicado no Washington Post sobre a necessidade de mudança de foco no faturamento varejista frente às oscilações da economia. (link em inglês)

3 de dezembro de 2009 at 12:58 Deixe um comentário

O Governo vai exigir planejamento da sua empresa

Esta semana ocorreu um evento na Fiesp onde várias entidades e representantes de classes, empresários e governo discutiram sobre a implementação da Nota Fiscal Eletrônica e SPED Contábil e Fiscal. O impacto nas empresas brasileiras será impressionante e a maioria dos empresários ainda não tinha esta visibilidade. Nem todos os segmentos de mercado serão obrigados a aderir, mas a própria cadeia de fornecimento exigirá que seus fornecedores estejam automatizados.

Podemos dizer que o imposto de renda pela Internet foi um dos precursores onde o governo passou a ter acesso instantâneo aos dados podendo fazer validações e cruzamentos, diminuindo assim “erros” dos contribuintes e aumentando a arrecadação. Outro precursor foi o SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro) onde os bancos foram interligados permitindo que o governo fizesse controle instantâneo de todas as transações financeiras.

Agora chegou a vez de controlar as notas fiscais, contabilidade e pagamento de impostos. Tudo será validado e cruzado instantaneamente. Não haverá espaço para “erros” dos contribuintes, “caixa 2” ou qualquer outro artifício. A multa será aplicada instantaneamente.

Já imaginou a vida sem os tais “artifícios” e “criatividades” fiscais, contábeis e tributárias?

Está na hora de repensar a forma de atuação, modelo de negócios, buscando eficiências em todas as áreas da empresa e nos elos da cadeia de valor. Está na hora de montar um planejamento estratégico para aumentar suas vendas e lucro.e ainda encontros desagradáveis com o governo.
Dagoberto Hajjar

26 de novembro de 2009 at 13:00 Deixe um comentário

O Futuro da Comunicação de Varejo

Apesar do avanço tecnológico verificado na operação varejista, não podemos afirmar que tal avanço tenha chegado ao Departamento de Marketing, principalmente no que tange a produção da folheteria, termo técnico para o que conhecemos como tablóides, panfletos, lâminas, etc.

A preparação de um folheto de ofertas é hoje, na maioria dos casos, muito informal sem processos bem controlados e que coloca em risco justamente o Departamento de Marketing que fica no meio entre quem fornece as informações de produtos e preços e quem vai produzir.

Podemos antever que em breve softwares fabricarão folhetos a partir da seleção de produtos, imagens, preços, diagramando e enviando em seguida para a gráfica.

Num passo seguinte esse software enviará tais anúncios diretamente para os clientes da loja, automatizando assim a produção de folheteria, hoje a de maior volume na atividade varejista.

Vamos explorar mais este assunto a partir dos resultados de uma pesquisa que estamos desenvolvendo no Núcleo de Varejo da ESPM, cujos resultados auxiliarão as empresas varejistas a reverem suas rotinas e processos dos deptos de marketing.

Autor: Ricardo Pastore
Sócio do Growbiz Group, Coordenador e Prof. do Núcleo de Estudos do Varejo da ESPM.
Ricardo Pastore

12 de novembro de 2009 at 9:00 Deixe um comentário

A pesquisa de trade

As áreas de trade marketing ganharam um aliado: a pesquisa de trade.
As empresas fabricantes de produtos de consumo há muito utilizam a pesquisa de mercado para investigar hábitos de consumo. porém é mais recente a presença da pesquisa exclusivamente voltada para o desenvolvimento de conhecimento sobre o comportamento do shopper no ponto-de-venda.

Até aqui, tudo bem. o que questionamos são as tomadas de decisões decorrentes das informações levantadas durante o processo de investigação.
Será que dados tão ricos estão sendo aproveitados em sua totalidade? a complexidade da tomada de decisão nesses casos é muito grande e não pode se restringir apenas a desdobramentos pontuais e válidos para diversos clientes ao mesmo tempo.

Mesmo a partir da definição da árvore de decisão de compra do shopper de uma categoria, as medidas decorrentes merecem uso de sistemas de apoio a tomada de decisão a fim de se aproveitar todas as conclusões tiradas dos estudos de trade marketing e principalmente implementá-los em sua plenitude, revertendo o esforço em melhores resultados.

Até a próxima!
Abraços,

Ricardo Pastore

10 de novembro de 2009 at 17:00 Deixe um comentário

O Governo vai exigir planejamento da sua empresa


Esta semana ocorreu um evento na Fiesp onde várias entidades e representantes de classes, empresários e governo discutiram sobre a implementação da Nota Fiscal Eletrônica e SPED Contábil e Fiscal. O impacto nas empresas brasileiras será impressionante e a maioria dos empresários ainda não tinha esta visibilidade. Nem todos os segmentos de mercado serão obrigados a aderir, mas a própria cadeia de fornecimento exigirá que seus fornecedores estejam automatizados.

Podemos dizer que o imposto de renda pela Internet foi um dos precursores onde o governo passou a ter acesso instantâneo aos dados podendo fazer validações e cruzamentos, diminuindo assim “erros” dos contribuintes e aumentando a arrecadação. Outro precursor foi o SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro) onde os bancos foram interligados permitindo que o governo fizesse controle instantâneo de todas as transações financeiras.

Agora chegou a vez de controlar as notas fiscais, contabilidade e pagamento de impostos. Tudo será validado e cruzado instantaneamente. Não haverá espaço para “erros” dos contribuintes, “caixa 2” ou qualquer outro artifício. A multa será aplicada instantaneamente.

Já imaginou a vida sem os tais “artifícios” e “criatividades” fiscais, contábeis e tributárias?

Está na hora de repensar a forma de atuação, modelo de negócios, buscando eficiências em todas as áreas da empresa e nos elos da cadeia de valor. Está na hora de montar um planejamento estratégico para aumentar suas vendas e lucro.e ainda encontros desagradáveis com o governo.

Dagoberto Hajjar

6 de novembro de 2009 at 13:00 Deixe um comentário

Automação dos processos de marketing

Paradoxalmente às inovações que promovem em produtos, serviços e idéias em geral, os departamentos de marketing das empresas varejistas colocam-se na pré-história quando o assunto chega a seus processos internos.

A maioria das empresas varejistas está bem atrás de seus pares, os outros departamentos da empresa como o comercial, o financeiro e o de operações. Todos esses trabalham com apoio de modernos softwares de automação comercial ou algo próximo a um ERP para empresas varejistas.

Enquanto os processos de outras áreas são bem definidos e com margem baixa de falha nas informações, a área de marketing opera de forma manual e insegura devido aos constantes retrabalhos de informações.

Ou seja, a tecnologia evoluiu, mas custa a chegar à área de marketing para organizar processos e aumentar a produtividade. Minha constatação vem de uma pesquisa que realizamos no primeiro semestre deste ano com diversas empresas varejistas. Em quase todas ainda é comum trabalharem até altas horas da noite ou avançar pelo final de semana para garantirem a entrega de anúncios nas gráficas.

Essa pesquisa a qual me refiro partiu da hipótese de haviam muitos processos manuais durante a elaboração da principal atividade promocional do varejo: o tablóide de ofertas. Trata-se de uma operação gigantesca, envolve milhões de reais, diversos profissionais de todos os níveis e entrega ao mercado o bem mais valioso da empresa que é a sua imagem estampada em papel.

Os resultados não só confirmaram nossa hipótese como apresentou informações que acentuavam nossa preocupação justificada pela preocupação acadêmica em formar melhores alunos, preparados para enfrentar a realidade e, a partir de uma nova visão, atuar para mudar a realidade e fazer a diferença. Pelo lado da consultoria, passar aos nossos clientes soluções inovadoras capazes de queimar etapas e proporcionar ganhos em produtividade e qualidade.

Entrando um pouco mais nos detalhes, a elaboração de um tablóide de ofertas, desses que recebemos em casa ou que são encartados nos principais jornais do país tem início entre 45 a 60 dias antes do inicio da promoção e segue rigorosamente um planejamento anual chamado calendário promocional.

O departamento comercial encarregado em negociar com fornecedores, repor estoques e identificar oportunidades, define os produtos que quer anunciar e informa sua decisão ao departamento de marketing. Esse processo na maioria de suas vezes já é feito de forma manual. Os produtos são digitados em um email ou em planilhas Excel ou Word mesmo fazendo parte de um banco de dados chamado cadastro de produtos. Começam os riscos de ocorrência de erros como troca de descrição de nomes de produtos com códigos de outros.

A coisa de agrava quando ocorrem atrasos desde esta etapa inicial do processo. Um cronograma controla cada fase da preparação de um tablóide. Muitos compradores acabam atrasando por problemas diversos, mas provoca uma grande preocupação no pessoal de marketing que fica no meio, entre quem informa e quem produz: as gráficas.

Ao receber as informações sobre quais produtos serão anunciados, o marketing corre atrás das imagens e são poucas empresas que tem um banco de imagens organizado. Se falarmos então em um banco de imagens desenvolvidas e tratadas pela própria empresa, ai então da para contar nos dedos. As imagens dos produtos anunciados são normalmente cedidas pelos fabricantes dos produtos. Nem sempre são adequadas para uso nos tablóides.

Aqui ocorre outro ponto critico: identificar produto com sua respectiva imagem. Também é uma etapa que depende das pessoas e os erros podem acontecer. Ou mesmo que não aconteçam imaginem quantos funcionários são envolvidos para minimizar as possibilidades de erros? Quantas revisões são realizadas para evitar que um produto seja anunciado de maneira errada e cause prejuízos nas lojas?

Juntando as duas coisas – descrição de produto e imagem, é perfeitamente possível pensar na possibilidade de haver algum tipo de tecnologia que vá buscar em bancos de dados a descrição de um produto com sua correspondente imagem sem ter que digitar novamente e providenciar novas fotos com fotógrafos instalados em estúdios com custos altíssimos.

O uso da tecnologia além de minimizar erros, otimizar processos e recursos, vai reduzir drasticamente o tempo de produção dos tablóides, beneficiando quem negocia por colocar a promoção na rua em um prazo mais curto. Isso é o chamado “time to market”.

Em nossa palestra sobre o marketing do futuro, transformando do PDV em PDR, encerramos dizendo que no futuro softwares fabricarão anúncios, selecionarão ofertas, diagramarão peças promocionais para enfim enviarem aos clientes identificados como consumidores em potencial para aquelas ofertas.

Acho que falta pouco para isso. Em nossa pesquisa também identificamos ferramentas que começam a chegar ao mercado. As próprias empresas pesquisadas são conscientes dos problemas que relatamos aqui de forma bastante reduzida. Elas vivem na pela as dificuldades e estão atentas às necessidades de mudança pois são administradas por gestores competentes e com excelente formação profissional e acadêmica. Mas como o assunto ainda é muito novo, todos vivem essa mudança em movimento.

Estamos diante de mais uma grande fase de mudanças trazidas pela tecnologia, desta vez nas estruturas internas do departamento de marketing das empresas varejistas. Todos ganhamos com isso. Até a próxima!
Ricardo Pastore

5 de novembro de 2009 at 17:00 Deixe um comentário

Título: Virei fiscal do Serra!!!

Este final de semana meu pai me mostrou como entrar no website da secretaria da fazenda do Estado de São Paulo para consultar e RESGATAR os créditos da Nota Fiscal Eletrônica. Sinceramente, até então, eu não tinha dado a menor importância para a Nota Fiscal Eletrônica. Forneci meu CNPJ para os estabelecimentos comerciais sem a menor pretensão de um dia receber alguma coisa em troca. Achei que era mais um daqueles “engodos” do governo a exemplos dos diversos “compulsórios” que tivemos. Bom, eu estava redondamente errado…

Meu pai, um senhor de 71 anos, acreditou no governo, descobriu o website, fez o resgate e, ainda por cima, ensinou o filho dele a usar a tecnologia!!! Eu entrei no website, vi a relação de todas as compras que fiz nos últimos 12 meses, fiquei feliz de ver que tinha um belo crédito para usar e fiquei apaixonado quando vi que podia pedir para o dinheiro do crédito ir direto para a conta corrente do meu banco. Tudo isto em menos de 5 minutos. Fácil, fácil.

Resultado: passarei a exigir a Nota Fiscal Eletrônica em qualquer estabelecimento que eu vá. Virei um fiscal do Serra!!!

A propósito, fiquei impressionado de ver que eles sabem tudo o que eu comprei e onde eu comprei. Nem eu mesmo tenho tanta organização financeira. Acho que vou controlar as despesas da minha esposa através do website da secretaria da fazenda, eh, eh, eh….bricandeira….

Dagoberto Hajjar

3 de novembro de 2009 at 13:00 Deixe um comentário


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